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Joinville,27/02/2026

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Mercado financeiro reage positivamente à queda de barreiras comerciais nos Estados Unidos

A decisão da Suprema Corte norte-americana de invalidar as taxas de importação impulsionou o índice Ibovespa e derrubou a cotação da moeda americana

Fonte: redação360
Mercado financeiro reage positivamente à queda de barreiras comerciais nos Estados Unidos Reprodução

A suspensão de grande parte das tarifas de importação estabelecidas pelo governo de Donald Trump gerou um movimento de forte otimismo nos mercados globais nesta sexta-feira (20). No Brasil, o reflexo foi imediato, com a bolsa de valores atingindo patamares históricos e o dólar registrando seu menor valor em quase dois anos.

O Ibovespa, principal indicador da B3, encerrou o pregão aos 190.534 pontos, estabelecendo um novo recorde ao superar pela primeira vez a marca dos 190 mil pontos. O desempenho positivo foi sustentado principalmente por papéis de grande relevância, como os de instituições bancárias e empresas do setor de mineração. Com o resultado desta sessão, o mercado acionário brasileiro acumula um ganho de 18,25% apenas no decorrer de 2026.

Queda expressiva do câmbio

No mercado de moedas, o cenário foi de desvalorização acentuada das divisas estrangeiras frente ao real. O dólar comercial finalizou o dia cotado a R$ 5,176, o que representa uma redução de 0,98%. Este é o patamar mais baixo registrado desde o final de maio de 2024. A trajetória de queda se consolidou ainda durante o período da manhã, antes mesmo da oficialização do veredito judicial nos Estados Unidos.

O movimento de baixa também atingiu o euro, que recuou para R$ 6,09, atingindo o nível mais baixo em cerca de um ano. No acumulado desta semana, que teve o cronograma alterado devido ao feriado de Carnaval, a moeda americana apresenta uma retração de 1,03%.

Decisão judicial e cenário externo

A euforia dos investidores decorre diretamente da derrubada das medidas protecionistas pela Suprema Corte dos Estados Unidos. O fim do chamado tarifaço beneficiou especialmente as economias de países emergentes, fortalecendo suas moedas locais.

Mesmo após o anúncio de uma nova proposta da gestão Trump para implementar uma taxa global temporária de 10% por 120 dias, os ativos brasileiros mantiveram a trajetória de valorização. O mercado interpretou o cenário atual como favorável ao fluxo de capitais e ao comércio internacional, permitindo que a bolsa ampliasse os ganhos nas horas finais de negociação.

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