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Joinville,27/02/2026

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Senado convoca ministros Toffoli e Moraes para esclarecimentos sobre o Caso Master

Comissão busca detalhes sobre transações envolvendo familiares de magistrados e instituição financeira sob investigação

Fonte: redação360/AgenciaBr
Senado convoca ministros Toffoli e Moraes para esclarecimentos sobre o Caso Master Foto: Andressa Anholette

A CPI do Crime Organizado no Senado aprovou requerimentos para convidar os ministros do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. O objetivo do colegiado é ouvir as explicações dos magistrados a respeito de supostas conexões com o Banco Master, instituição que está no centro de investigações sobre irregularidades financeiras. Além dos membros da suprema corte, a comissão também estendeu o convite à esposa de Moraes, Viviane Barci, e ao irmão de Toffoli, José Carlos.

Os parlamentares baseiam o pedido em informações que circulam sobre contratos de prestação de serviço e participações em empreendimentos que teriam ligação com o banco. No caso de Viviane Barci, a oposição questiona um contrato de seu escritório de advocacia com a entidade financeira. Já em relação ao familiar de Dias Toffoli, o foco recai sobre a sociedade em um resort turístico localizado no Paraná, que teria recebido aportes de um fundo ligado ao grupo econômico investigado.

Posicionamentos oficiais

Apesar da movimentação no Legislativo, o Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, já se manifestou anteriormente sobre o tema, afirmando que não identificou indícios de ilicitude nos contratos analisados até o momento. Segundo a PGR, as atividades profissionais e societárias citadas não justificariam, sob a ótica jurídica atual, uma intervenção ou abertura de investigação formal contra os ministros.

No Supremo, a postura tem sido de defesa da integridade dos seus integrantes. Recentemente, o ministro Dias Toffoli deixou a relatoria de processos que envolviam o banco para evitar conflitos de interesse, sendo substituído por André Mendonça. A Corte emitiu nota reforçando que não há impedimentos legais ou suspeição sobre a conduta de Toffoli, destacando que o magistrado sempre colaborou com as solicitações da Polícia Federal.

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