Litoral catarinense apresenta melhoria nas condições de balneabilidade
Relatório aponta que 67,6% dos pontos analisados em Santa Catarina estão aptos para banhistas nesta semana
Foto: Setur O monitoramento mais recente da qualidade das águas no litoral de Santa Catarina trouxe notícias positivas para os veranistas. De acordo com o levantamento divulgado pelo Instituto do Meio Ambiente (IMA) nesta sexta-feira, 13 de fevereiro, o Estado registrou um aumento no número de locais adequados para o banho. Ao todo, 176 pontos foram classificados como próprios, o que representa um acréscimo de seis locais em comparação ao período anterior.
A análise abrangeu 259 pontos distribuídos por diversos municípios catarinenses, com coletas realizadas entre os dias 9 e 10 de fevereiro. Atualmente, 67,69% dos locais monitorados oferecem condições seguras para o lazer, enquanto 84 pontos, correspondentes a 32,31%, permanecem com restrições de uso.
Cenário em Florianópolis e principais praias
Na capital catarinense, a situação exige atenção dividida. Dos 88 locais vistoriados em Florianópolis, 61 apresentam condições favoráveis, enquanto 27 foram considerados inadequados. O município registrou uma leve queda na balneabilidade em relação ao boletim anterior, quando contava com 63 pontos próprios. Locais populares como a Barra da Lagoa, Daniela, Canasvieiras e Joaquina seguem recomendados para os banhistas.
Já em outras regiões do litoral, o cenário é positivo para destinos como Balneário Camboriú, Balneário Piçarras e Itajaí (Praia Brava), onde todos os pontos testados foram aprovados. A Praia do Mariscal, em Bombinhas, e a Guarda do Embaú, em Palhoça, também figuram na lista de locais seguros para o mergulho.
Alterações nos pontos de monitoramento
A dinâmica das águas provocou mudanças em diversas cidades. Entre as áreas que apresentaram melhora e passaram a ser consideradas próprias, destacam-se pontos em São Francisco do Sul, Balneário Camboriú e Governador Celso Ramos. Por outro lado, 11 locais que anteriormente estavam liberados tornaram-se impróprios, incluindo trechos em Santo Antônio de Lisboa e Jurerê, em Florianópolis, além da Lagoa de Ibiraquera, em Imbituba.
Especialistas reforçam a orientação de evitar o banho de mar em um intervalo de 24 a 48 horas após chuvas fortes. O escoamento pluvial pode carregar resíduos e contaminantes para o oceano, afetando temporariamente a pureza da água, mesmo em locais que costumam apresentar bons índices.
Informação diária em um só lugar. Siga o @joinville_360.




COMENTÁRIOS