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Joinville,27/02/2026

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Flávio Bolsonaro supera Lula no segundo turno e acende alerta no PT durante o Carnaval

esquisas diárias encomendadas pelo mercado financeiro mostraram o senador fluminense à frente do presidente nas simulações eleitorais, enquanto a rejeição a Lula ultrapassou a aprovação

Fonte: redação360
Flávio Bolsonaro supera Lula no segundo turno e acende alerta no PT durante o Carnaval edição360/IA

Pesquisas diárias produzidas para o mercado financeiro chegaram às mãos de lideranças do PT e de integrantes do governo durante o período de Carnaval e provocaram inquietação entre os aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Por dois dias consecutivos, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) apareceu à frente de Lula nas simulações de segundo turno, um cenário que gerou preocupação entre os mais próximos ao Palácio do Planalto.

Rejeição ultrapassa aprovação

Além da vantagem momentânea do senador fluminense nas intenções de voto, a rejeição a Lula também registrou movimento negativo nas mesmas sondagens. Os números chegaram a indicar que a desaprovação ao presidente ultrapassava a aprovação em mais de quatro pontos percentuais, resultado que acendeu mais um sinal de alerta dentro da cúpula governista.

Movimento passageiro, mas desafio persiste

Com o encerramento da folia carnavalesca, os índices voltaram a se mover. A desaprovação recuou, e os números de Flávio Bolsonaro nas simulações também cederam. Uma liderança partidária com interlocução direta com o presidente avaliou que a rejeição ao petista não chegou a se fixar em novos patamares elevados, o que seria interpretado como um sinal mais grave de desgaste estrutural.

Ainda assim, o governo não tem como ignorar o desafio que os dados expõem: fazer com que a aprovação de Lula volte a superar a reprovação, algo que não acontece de forma consistente há meses.

Queda contínua desde dezembro

O quadro desfavorável não é novidade. As pesquisas divulgadas ao longo de dezembro de 2025 e janeiro de 2026 já apontavam que a rejeição superava a aprovação em todas as sondagens realizadas no período. No início de dezembro, o Datafolha havia registrado um cenário de empate técnico: 49% desaprovavam e 48% aprovavam o desempenho pessoal do presidente. Desde então, até meados de fevereiro de 2026, a opinião negativa manteve-se sempre acima da positiva em todas as medições disponíveis.

O panorama reforça a leitura de que o governo enfrenta um momento delicado na construção da narrativa eleitoral para 2026, sobretudo diante de uma oposição que, mesmo sem candidato oficial definido, já ocupa espaço relevante nas pesquisas de intenção de voto.

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