Pede pra sair: Haddad e Lewandowski vão deixar o governo Lula
Vagas abertas e o governo federal articula a nomeação dos secretários-executivos
foto: José Cruz/AgBr Os ministros Fernando Haddad, da Fazenda, e Ricardo Lewandowski, da Justiça, solicitaram ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva o desligamento de suas pastas e já comunicaram a decisão. Com as vagas abertas, o governo federal articula a nomeação dos secretários-executivos para assumir as cadeiras no primeiro escalão.
Prazos e negociações
As datas de saída dos ministros variam. O ministro da Justiça conversou com o presidente no fim do ano passado, indicando que deseja deixar o cargo ainda em janeiro. Contudo, integrantes do governo e do próprio Ministério da Justiça defendem a permanência de Lewandowski até que a Proposta de Emenda Constitucional da Segurança Pública (PEC) seja aprovada, proposta que ainda aguarda votação no plenário da Câmara e no Senado Federal.
Já o ministro Fernando Haddad, da Fazenda, planeja permanecer no cargo por mais tempo, com previsão de saída apenas em fevereiro.
Sucessão e expectativa
Para a substituição, a tendência é que os secretários-executivos das respectivas pastas sejam promovidos ao cargo de ministro. No Ministério da Justiça, o baiano Manoel Carlos de Almeida Neto é o cotado para herdar a pasta de Lewandowski, caso sua saída se concretize.
Na Fazenda, o nome que deve assumir o lugar de Haddad é o do atual secretário-executivo, Dario Durigan.
O futuro de haddad
Com a iminente saída da Fazenda, o presidente Lula planeja intensificar, com seu retorno a Brasília, as tratativas para que Fernando Haddad dispute as próximas eleições, seja concorrendo ao governo de São Paulo ou a uma vaga no Senado.
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