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Joinville,01/05/2026

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Petrobras atinge marca histórica na extração de petróleo e gás

Produção média no primeiro trimestre de 2026 supera índices anteriores e reforça protagonismo do pré-sal no cenário nacional

Fonte: Petrobras/redação360
Petrobras atinge marca histórica na extração de petróleo e gás Foto: Divulgação/Petrobras

A extração média de óleo, Líquido de Gás Natural (LGN) e gás natural consolidou um novo patamar para a Petrobras durante o primeiro trimestre de 2026. De acordo com o balanço operacional, a companhia alcançou a marca de 3,23 milhões de barris de óleo equivalente por dia (MMboed). O desempenho representa um incremento de 16,1% na comparação com o mesmo período do ano anterior, evidenciando a robustez operacional das novas unidades instaladas.

Em relação ao último trimestre de 2025, o crescimento foi de 3,7%, impulsionado principalmente pelo ganho de escala em plataformas recém-inauguradas. A estatal brasileira atribui o resultado à continuidade da curva de aprendizado e ao desempenho acima do esperado nos campos de águas ultraprofundas.


Produção média no primeiro trimestre de 2026 supera índices anteriores e reforça protagonismo do pré-sal no cenário nacional

Expansão na Bacia de Campos e Santos

O cronograma de expansão da estatal foi cumprido com a entrada em operação de 10 novos poços produtores entre janeiro e março. Desse total, sete poços estão localizados na Bacia de Campos, região que passa por um processo de revitalização técnica, enquanto os outros três poços iniciaram atividades na Bacia de Santos, coração da produção do pré-sal.

No campo de Mero, especificamente, a produção individual superou a barreira dos 700 mil barris diários, consolidando-se como um dos ativos mais valiosos do portfólio da empresa. A eficiência das unidades flutuantes de produção, armazenamento e transferência (FPSOs) tem sido determinante para manter o ritmo de crescimento.

Exportações e derivados

O setor de logística e comercialização também registrou números expressivos, especialmente no escoamento de energia para o mercado externo. Na Bacia de Santos, a companhia estabeleceu um recorde de exportação de gás, atingindo o volume de 44,8 milhões de metros cúbicos em um único dia.

Além da extração bruta, a estratégia de refino interno foi intensificada para reduzir a dependência de produtos estrangeiros. O fator de utilização das refinarias atingiu 95%, patamar significativamente superior aos 90% registrados no ciclo anterior. Em março, esse índice chegou a 97%, o maior nível de operação das plantas desde 2014, com foco na produção de Diesel S-10 e querosene de aviação (QAV).

Perspectivas para o mercado nacional

A autossuficiência energética e a estabilidade do abastecimento doméstico permanecem como metas centrais da administração. A gestão reforçou que a prioridade é o atendimento dos compromissos contratuais através da produção nacional, minimizando os impactos da volatilidade dos preços internacionais. Com a operação em capacidade máxima e a entrada de novos sistemas, a expectativa é que os índices de produtividade se mantenham estáveis nos próximos trimestres.

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