Trocas de partidos alteram forças políticas na Alesc
Mudanças em seis bancadas redesenham o cenário no Legislativo catarinense após o encerramento do prazo legal para migração partidária
Divulgação Mudanças em seis bancadas redesenham o cenário no Legislativo catarinense após o encerramento do prazo legal para migração partidária
Mudança partidária
Redefinidas estão as forças políticas no Parlamento catarinense. Com o encerramento da janela partidária na última sexta-feira, dia 3 de abril, o cenário na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) passou por uma reorganização significativa. O período, que permite a troca de legenda sem o risco de perda de mandato para quem pretende disputar as eleições, resultou em movimentações em seis bancadas e na extinção da representatividade de uma sigla na Casa.
Consolidação e expansão do PL
O Partido Liberal (PL) consolidou sua posição como a maior força do Legislativo estadual. A legenda recebeu quatro novos integrantes: Camilo Martins, Jair Miotto, Junior Cardoso e Marcos da Rosa. Mesmo com a saída de Nilso Berlanda, a bancada liberal saltou de 11 para 14 deputados, ampliando sua influência nas decisões parlamentares.
Movimentações no PSD e Republicanos
O PSD também registrou crescimento com a filiação de Nilso Berlanda, egresso do PL, passando a contar com quatro parlamentares. De forma semelhante, o Republicanos dobrou sua representação ao receber Lucas Neves, vindo do Podemos, totalizando agora dois membros no colegiado estadual.
Retração e fusões de bancadas
Em contrapartida, outras siglas enfrentaram redução de espaço. O União Brasil viu as saídas de Jair Miotto e Marcos da Rosa para o PL, mas compensou parcialmente as perdas com a chegada do Dr. Vicente Caropreso, ex-PSDB. Com as trocas, a legenda agora detém duas cadeiras.
O Podemos reduziu sua participação para apenas uma deputada após as saídas de Lucas Neves e Camilo Martins. Já o PSDB passou a ser representado por um único parlamentar devido à migração de Caropreso. A mudança mais drástica ocorreu com o PRD, que perdeu seu único representante, Junior Cardoso, e deixou de ter assento na Assembleia Legislativa.
Estabilidade nas demais siglas
Enquanto o troca-troca partidário agitava parte do Plenário, outras agremiações mantiveram suas formações originais. As bancadas do MDB, PT, PP, Novo, PDT e Psol não registraram alterações durante o período da janela, permanecendo com os mesmos quadros de antes do prazo eleitoral.
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