Escritório de Viviane Barci de Moraes detalha consultoria para o Banco Master e nega atuação no Supremo
Defesa da advogada esclarece que contrato com instituição de Daniel Vorcaro foi estritamente técnico e sem processos na Corte
Reprodução O escritório Barci de Moraes Sociedade de Advogados, sob liderança da advogada Viviane Barci de Moraes, divulgou informações detalhadas sobre a prestação de serviços jurídicos ao Banco Master. O posicionamento oficial ocorre após a divulgação de informações sobre o vínculo entre a banca e a instituição financeira, cujo proprietário, Daniel Vorcaro, foi alvo de investigações recentes. De acordo com o comunicado, o contrato de prestação de serviços teve vigência entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, sendo interrompido após o Banco Central determinar a liquidação da entidade.
Escopo da consultoria e governança
A banca informou que o trabalho consistiu em uma ampla consultoria jurídica e atuação estratégica, mobilizando uma equipe de 15 advogados e o apoio de três escritórios especializados sob sua coordenação. Durante o período de validade do contrato, foram produzidos 36 pareceres jurídicos abrangendo áreas como regulação do sistema financeiro, compliance, relações trabalhistas, proteção de dados e crédito.
As atividades incluíram a revisão da estrutura de governança e a atualização do Código de Ética e Conduta do banco. O relatório aponta a realização de 94 reuniões de trabalho, das quais 79 ocorreram presencialmente na sede da instituição, com foco em políticas de prevenção à lavagem de dinheiro e diretrizes sobre conflitos de interesse.
Ausência de atuação no Supremo
Um dos pontos centrais do esclarecimento destaca que o escritório nunca conduziu qualquer causa para o Banco Master no âmbito do Supremo Tribunal Federal (STF). A nota reforça que a atuação foi estritamente técnica e consultiva, voltada para a conformidade regulatória e análise estratégica de processos administrativos e judiciais que pudessem impactar a operação da instituição financeira.
A defesa da advogada também negou a existência de trocas de mensagens com Daniel Vorcaro no período das investigações, reiterando que o relacionamento com o cliente seguiu padrões profissionais e formais de prestação de serviço jurídico.
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