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Joinville,11/04/2026

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Cesta básica sobe mais de 4% em Joinville neste mês

Levantamento do Procon aponta variações expressivas em itens de hortifrúti e cortes de carne em nove supermercados da cidade

Fonte: SecomPMJ/redação360
Cesta básica sobe mais de 4% em Joinville neste mês Foto: Marcos Maluf... veja mais em https://www.campograndenews.com.br/economia/campo-grande-registra-maior-alta-da-cesta-basica-entre-capitais-em-setembro

Com a inflação pesando no bolso dos joinvilenses, a nova pesquisa do Procon revela que o custo da cesta básica sofreu uma elevação de 4,08% em abril. Realizado nos dias 6 e 7, o monitoramento em nove estabelecimentos do município fixou o preço médio atual em R$ 337,57, valor superior aos R$ 324,35 registrados no mês anterior. Para o consumidor que busca o máximo de economia, a compra simulada baseada apenas nos produtos mais baratos de cada localidade pode reduzir o gasto total para R$ 219,26.

Vilões do orçamento e alívio nas prateleiras

Liderando o ranking de aumentos, os itens de hortifrúti foram os que mais pressionaram o orçamento familiar. O tomate registrou a maior alta, com 35,7%, seguido de perto pela cenoura (33,2%) e pela cebola (29,1%). No setor de embutidos, a salsicha também ficou mais cara, com salto de 28% no comparativo com março.

Por outro lado, alguns produtos essenciais apresentaram queda, garantindo uma margem de manobra para o planejamento doméstico. O sabão em pó teve redução de 8,8%, enquanto a maçã nacional recuou 8,7%. Outras baixas importantes foram notadas no café em pó (-8%) e no doce de frutas (-7,9%).

Variações extremas no preço do churrasco

Indispensáveis para o lazer do final de semana, os itens para churrasco também passaram por vistoria técnica em nove mercados. O lombo suíno foi o item com maior majoração, subindo 23,37%. Outros cortes que ficaram mais pesados foram o frango inteiro congelado (10,28%), a costela sem pele (8,27%) e o contrafilé (7,28%).

Em contrapartida, quem opta por outros cortes pode encontrar alívio: o sal grosso caiu 15,21%, a linguiça de frango recuou 7,63%, o peito de frango baixou 7,24% e a bisteca teve queda de 6,29%.

O que mais impressiona no relatório é a disparidade de preços entre os supermercados. A maior diferença foi encontrada no quilo do lombo, que chega a variar 191,78% de um estabelecimento para outro. O filé mignon e a coxinha da asa também apresentam abismos de valor, com variações de 174,89% e 159,53%, respectivamente, reforçando a necessidade de o consumidor pesquisar antes de finalizar a compra.

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