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Joinville,29/03/2026

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Conselho do FGTS amplia limites do Minha Casa Minha Vida

Novas regras elevam teto de renda para R$ 13 mil e teto de imóveis para R$ 600 mil

Fonte: redação360/EBC
Conselho do FGTS amplia limites do Minha Casa Minha Vida Foto: Ricardo Stuckert

O acesso à casa própria no Brasil passará por uma importante transformação com a decisão do Conselho Curador do FGTS de atualizar os critérios do programa Minha Casa, Minha Vida. A medida, aprovada nesta terça-feira, amplia o alcance do programa habitacional ao elevar os limites de renda familiar em todas as quatro faixas de atendimento, além de reajustar o valor máximo dos imóveis financiados.

O principal objetivo da mudança é adaptar o programa à realidade econômica atual e permitir que famílias que tiveram recomposição salarial continuem enquadradas em faixas com juros menores. Com a nova configuração, a renda mensal máxima para participar do programa salta de R$ 12 mil para **R$ 13 mil**, reforçando o atendimento também à classe média.

Atualização das faixas de renda

As alterações contemplam todos os grupos de beneficiários. Na Faixa 1, voltada às famílias com maior necessidade de subsídio, o limite passou de R$ 2.850 para **R$ 3.200**. A Faixa 2 agora compreende rendimentos de até R$ 5.000, enquanto a Faixa 3 foi estendida para famílias que recebem até R$ 9.600. Por fim, a Faixa 4 atinge o novo teto de R$ 13.000.

Essa correção impede que o aumento do salário mínimo exclua mutuários das categorias com melhores condições de financiamento. Estima-se que as novas regras beneficiem diretamente cerca de 87,5 mil famílias, que passarão a contar com taxas de juros reduzidas devido ao reenquadramento.

Valorização dos imóveis e crédito

Além da renda, o Fundo de Garantia autorizou o aumento no valor dos imóveis que podem ser adquiridos. Para os beneficiários das faixas 3 e 4, o teto do financiamento subiu significativamente. Imóveis que antes eram limitados a R$ 500 mil agora podem chegar a **R$ 600 mil**, refletindo a valorização do mercado imobiliário e o aumento nos custos de construção.

Para viabilizar essa expansão, o governo utilizará aportes do Fundo Social, com previsão de aproximadamente R$ 31 bilhões destinados ao programa. As novas diretrizes passam a valer assim que forem publicadas no Diário Oficial da União, representando um alento para quem busca o financiamento habitacional em um cenário de juros de mercado elevados.

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