Combustíveis registram recuo nos preços em Joinville
Gasolina e etanol registram queda de preços na maior cidade de Santa Catarina
Reprodução Divulgados pelo órgão municipal de defesa do consumidor, os novos levantamentos mensais trazem um alívio para o bolso dos motoristas e revelam uma retração generalizada nos preços de todos os combustíveis pesquisados na maior cidade do Estado. O monitoramento minucioso, que serve de bússola para quem busca o melhor custo-benefício, mapeou as variações em 101 postos de combustíveis, detalhando os valores cobrados pela gasolina comum, aditivada, premium, além do diesel, etanol e Gás Natural Veicular (GNV).
O alívio nas bombas de combustíveis
Liderando o ranking das reduções expressivas, o etanol registrou queda de 4,32% no comparativo com o mês anterior. Essa retração fez o preço médio do produto recuar de R$ 4,86 para R$ 4,65 na cidade. O monitoramento identificou que o consumidor mais atento consegue encontrar o litro do derivado da cana por valores a partir de R$ 4,39, embora o teto cobrado nos estabelecimentos locais atinja a marca de R$ 4,99.
Outro combustível que apresentou recuo significativo foi o diesel, cuja redução bateu a marca de 2,98% na comparação mensal. Neste período, o preço mínimo verificado nas bombas foi de R$ 6,55, contra um preço máximo de R$ 7,89. Esse cenário de forte distorção mercadológica significa que encher um tanque de 50 litros no local mais em conta garante uma economia real de R$ 67 ao bolso do trabalhador joinvilense.

Considerada o principal termômetro do mercado, a gasolina comum teve queda de 1,80%, com o menor preço comercializado a R$ 6,16 e o maior teto estabelecido em R$ 6,69. Para quem opta pela gasolina aditivada, a diminuição foi de 1,04%, com as tabelas oscilando entre R$ 6,17 e R$ 6,99. Já a variação da gasolina premium apresentou retração de 0,69%, com os valores flutuando entre R$ 8,38 e R$ 8,99 por litro. Na lanterna das reduções, o GNV oscilou apenas 0,21%, apresentando variação entre R$ 4,59 e R$ 4,99 nos postos.
O comportamento do gás de cozinha
Além do abastecimento dos veículos, a fiscalização também monitorou o comportamento dos preços do gás de cozinha em 27 distribuidoras espalhadas pelo município. O levantamento separou a realidade dos consumidores que buscam o botijão diretamente no balcão daqueles que optam pelo serviço de entrega em domicílio, analisando tanto o produto tradicional de 13 kg quanto o modelo industrial P45.
Para quem busca o botijão de 13 kg no balcão, a retração identificada foi de 0,43% em relação ao levantamento do mês anterior. O preço mínimo encontrado na cidade foi de R$ 110, enquanto o valor máximo chegou a R$ 135, escancarando uma diferença expressiva de 22,73% entre os pontos de venda. Quando o consumidor solicita a entrega desse mesmo botijão de 13 kg em casa, a redução média foi de 0,85%, com a tabela flutuando entre R$ 125 e R$ 150.
Caminhando na contramão dessa tendência de queda, o botijão industrial P45 registrou encarecimento em Joinville. O produto teve inflação de 0,92% para a modalidade de compra efetuada no balcão e um acréscimo de 0,23% para o serviço de entrega. Atualmente, os moradores que retiram esse vasilhame diretamente no ponto de comércio encontram valores entre R$ 440 e R$ 518, enquanto o preço final para entrega atinge patamares que variam de R$ 440 até R$ 560.
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