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Joinville,26/04/2026

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STJ liberta MC Ryan, MC Poze e dono da Choquei por ver ilegalidade

Ministro aponta erro em prazo de prisão e autoriza soltura imediata de investigados em operação de lavagem de dinheiro

Fonte: STJ/redação360
STJ liberta MC Ryan, MC Poze e dono da Choquei por ver ilegalidade Redes sociais

Determinada pelo ministro Messod Azulay Neto, do Superior Tribunal de Justiça, a soltura dos cantores MC Ryan SP e MC Poze do Rodo, além de Raphael Sousa, proprietário da página Choquei, ocorreu após o reconhecimento de uma ilegalidade no decreto de prisão. O magistrado acatou o pedido de habeas corpus sob o argumento de que o prazo estabelecido pela decisão judicial anterior excedeu o que havia sido solicitado pela própria autoridade policial.

Irregularidade no prazo de detenção

O magistrado fundamentou sua decisão no fato de que a Polícia Federal havia requisitado a prisão temporária dos envolvidos por um período de cinco dias. No entanto, o juiz de primeira instância havia decretado a custódia por 30 dias. Para o ministro, houve uma flagrante ilegalidade, uma vez que a manutenção do cárcere após o quinto dia, sem novo pedido de renovação por parte dos investigadores, não possui amparo jurídico. O período solicitado inicialmente já havia se encerrado quando a medida foi revogada.


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Investigação de esquema bilionário

Os envolvidos são alvos da Operação Narco Fluxo, que apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro estimado em R$ 260 bilhões. Segundo as apurações, a organização criminosa utilizaria apostas ilegais, as chamadas bets, além de rifas clandestinas e empresas de fachada para movimentar recursos. As autoridades investigam ainda possíveis conexões com o tráfico internacional de drogas e o uso de criptomoedas para remessas de valores ao exterior.


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Defesa e desdobramentos do caso

A defesa dos artistas celebrou a decisão, afirmando que a revogação é a consequência natural do restabelecimento da legalidade. Conforme os advogados, a justiça reconheceu que os direitos fundamentais foram cerceados por um erro processual na fixação dos prazos. Apesar da liberdade concedida nesta quinta-feira, dia 23 de abril de 2026, os investigados continuam à disposição da justiça e podem responder por crimes como associação criminosa e evasão de divisas. Além das prisões, o Judiciário manteve o bloqueio de bens e ativos financeiros que ultrapassam a marca de R$ 1,6 bilhão.

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